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Maria, a mulher que gera vida!

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Refletindo sobre a maternidade, a primeira frase que veio ao meu coração foi esta: Maria, a mulher que gera vida!

Pesquisando sobre o significado da palavra GERAR, temos as seguintes definições: Dar existência, fazer nascer, procriar, gerar filhos, brotar, germinar, gerar frutos.

Interessante, pois, em uma palavra temos vários significados e poderíamos escrever um texto sobre cada adjetivo. Porém, hoje, quero partilhar um pouco com vocês sobre duas palavras: GERMINAR e GERAR FRUTOS.

 

Ignorar essa missão é morrer para a nossa essência

Maria como já sabemos foi a mulher escolhida por Deus para nos trazer a vida: JESUS. Ela, com certeza não tinha a menor ideia do que viria pela frente e quais seriam as consequências deste passo de fé.

Sua maternidade, doação e obediência à vontade divina, fez com que seu filho crescesse em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. E não podemos negar e/ou diminuir a maternidade de Maria e assim a nossa maternidade, seja ela biológica e/ou espiritual.

Quando entendemos e aceitamos que a maternidade é algo sublime e grandiosa aos olhos de Deus, e que ela por si só, pode gerar frutos de transformação na vida dos outros, já teremos cumprido nossa missão.

Maria não se preservou

Maria, abraçou sua maternidade, ao ponto de morrer para as suas vontades, assistindo seu próprio filho caminhar para a morte, esteve ao seu lado, chorando, sofrendo e com o coração sangrando, viu seu único filho ser crucificado, e lá, aos pés da cruz, em meio as lagrimas de dor, sua maternidade foi alargada e neste momento acolheu todos nós como seus filhos.

Tudo em Maria diz respeito a maternidade: Sua personalidade, alegria, silêncio, serviço, feminilidade, prontidão, o ser educadora, a intimidade com nosso Deus e o modo particular de ser mãe, correspondem aos cuidados que ela teve com o seu filho Jesus e com todos nós.

Não existe nenhum relato onde se fala que Maria se preservou e ficou parada olhando para os afazeres domésticos, para os seus conflitos interiores, seu humor, sua falta de tempo, seus problemas com o seu marido que a impedisse de cumprir sua missão.

Nascemos para GERAR vida, este é o ponto de ignição.

Maria, não perdeu tempo, ela seguiu firme pois sabia que tudo aquilo que somos, neste mundo, tem como finalidade última revelar a nossa identidade eterna, como disse o Papa João Paulo II: “O corpo, de fato, e só ele, é capaz de tornar visível o que é invisível. Foi criado para transferir para a realidade visível do mundo o mistério oculto desde a eternidade em Deus e assim ser sinal d’Dele”

Sua fidelidade, intimidade e determinação fez com que se tornasse a mãe das mães, a mulher das mulheres, a maior geradora de vida.

Peçamos a Bem-Aventurada Virgem Maria que nos ajude nesta grande e maravilhosa missão: A maternidade.

 

Fabiana Dias- Apóstola e formadora CACL

 

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