Mão segurando um controle de vídeo game
Arte e Cultura, Eu Sou Cultura

Alguém passa a fase pra mim?

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Um irmão de comunidade me enviou uma tirinha com a seguinte frase:

“Se a vida fosse um videogame, esse seria aquele momento de dar o controle pra alguém e dizer: “Passa essa fase aí pra mim!”

E mesmo sem estar passando por nenhuma fase ruim na vida senti que devia escrever sobre e bom, cá estamos nós.

Ninguém pode passar por você

Quando estamos com dificuldade, vivendo um tempo difícil ou precisando fazer algo que não sabemos, é muito comum querer que alguém nos ajude. Mas aqui está um perigo: por mais ajudas que você tiver, no final, é você que tem que dar conta de resolver.

Eu sofri (e ainda sofro) pra aprender que os meus problemas e minhas responsabilidade pertencem a mim e a mais ninguém. Quantas vezes eu não pedi uma suposta ajuda querendo na verdade que os outros escolhessem/fizessem por mim?

Quando a gente é criança, ok, alguém geralmente vai tomar a frente de tudo e nos entregar a solução de mão beijada. Mas se ao passo que eu for crescendo eu não assumir a minha vida, nunca serei protagonista de mim mesmo e pior, nunca vou crescer de verdade.

O outro extremo

Mas esse texto não é para falar sobre autossuficiência, até porque, pessoas autossuficientes podem até ir passando de fase, mas nunca vão vencer o jogo. Se eu tomar controle pra mim, achando que consigo fazer tudo sozinho só com meu esforço e inteligência, vai dar ruim.

Com certeza, ao seu redor, existem pessoas mais inteligentes, mais experientes e mais ungidas por Deus do que você. Inclusive, pessoas que foram colocadas pelo Senhor como autoridade sobre ti, e você ainda acha mesmo que o seu ponto de vista é o que deve ser seguido?

Ser protagonista não significa ser autossuficiente, na verdade, passa longe disso.

Protagonista em ser coadjuvante.

“Tá mas o que é o certo então?” Você deve estar se perguntando. Pois aqui vai a resposta!

O melhor caminho é ser protagonista em ser coadjuvante, e isso acontece de duas maneira:

1) Escolher dar o controle para Deus.

2) Escolher depender de alguém, mas não por comodismo/preguiça e sim por humildade.

Observe que o verbo “Escolher” está no começo, e você só pode escolher sobre algo que é seu. Assim sendo, para protagonizar seu coadjuvantismo, você precisa antes de tudo, cortar o cordão umbilical e assumir a responsabilidade sobre.

Em outras palavras, ninguém vai passar de fase pra mim ou pra você, afinal, todo mundo tem muitos chefões para vencer todos os dias.

Então, assume esse controle e oferece ele ao Senhor, à Igreja e àqueles que Ele colocar na sua vida como autoridade, para aí sim, saber quais botões apertar e vencer, não o jogo, mas o bom combate!

Tamo junto nos games!

Que Deus nos abençoe.

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Assinatura: Danyel Cayetano, brother adotivo e discípulo de Jesus, crítico cultural renomado (por mim mesmo). Se for para bater uma bola, conversar, rezar, assistir algo, comer ou combinar alguns desses itens, pode me chamar que eu chego com os refri! #EuSouCultura

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