Mês das Vocações, Sede Fecundos - Pais e Filhos

Ser pai, ser seta que aponta o Céu!

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Ser pai não é simplesmente gerar uma criança, pois gerar um filho é uma coisa que fisiologicamente se repete a cada milésimo de segundo no mundo.

Gerar um filho vem desde os animais que vivem nas profundezas dos oceanos até mesmo os germes que habitam no ar e que nós não conseguimos identificar.

Formar

Quando entendemos que somos pais e que devemos apontar para o céu, entendemos que isso acontece a partir do nosso exemplo, do nosso testemunho e da nossa real dedicação. Entendemos também que seremos formadores de outras pessoas que também estarão neste caminho buscando aquilo que nós estamos buscando.

Ser pai e apontar para o céu é primeiramente entender que temos um Pai no céu que nos ama, nos guarda, nos protege e que quer o melhor para nós e, entendendo isso, podemos transmitir este amor, este cuidado e este carinho para aqueles que estão ao nosso redor.

Presente

Ser pai não é necessariamente ter filhos biológicos, mas ser testemunha onde quer que estejamos, para que aquelas pessoas ao nosso redor, possam olhar para nós e ver quem somos através do testemunho, dum exemplo de perseverança, para poderem chegar no céu junto ao Único e verdadeiro Pai, Mestre e Senhor de nossas vidas.

Ser pai é ser presente na distância. Não é simplesmente dar um presente material, mas ser um porto seguro para aqueles que o próprio Deus te confiou e que necessitam de apoio.

Ser pai é orientar e muitas vezes de uma maneira doída, mas verdadeira, porque o pai que ama de verdade, corrige e exorta porque quer ver o filho errando menos e não se perdendo nos caminhos onde ele próprio se perdeu um dia.

Ser pai e apontar para o céu é, primeiramente, entender que temos um pai que nos guarda, protege e que quer o melhor pra nós.

Segurança

Ataíde e Natan

Ser pai é se impor, mas não de maneira ditatorial, sem obrigar, sem sujeitar à força, mas mostrar e dar toda liberdade para que o seu filho possa caminhar e, se precisar, voltar! Se o seu filho cair, parar, chorar, o momento não será o de cobrar, mas de relembrar a este filho que um dia ele foi ensinado, que foi alertado e que lhe foi mostrado um caminho.

E se o seu filho escolher ir por um caminho diferente do que você ensinou e acabar caindo, é hora de juntos irem por um outro caminho, aquele ensinado, para tentar cada vez mais se aproximar do céu, da vontade de Deus.

Ser pai é apontar para o céu não apenas de uma maneira teórica, mas com testemunho de vida de verdade, com a certeza de que “sim”, juntos chegaremos lá. Juntos, jamais sozinhos e muito menos separados. Juntos vamos cada vez mais longe.

Ser pai é estar por perto não só fisicamente, mas sempre pronto para apoiar!

Ataíde Oliveira Filho
Discípulo da CACL

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